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Segunda, 5 de Janeiro de 2009
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As roupas de inverno já começaram a marcar presença nas vitrines das lojas. Além de muito dinâmico, o mundo fashion costuma ser ousado. E este ano não será diferente. Basta notar como as barras das saias e vestidos subiram consideravelmente para deixar as pernas à mostra. E mesmo casacões e sobretudos não passam da linha do joelho.
A Red Iódice, localizada no ParkShopping Barigüi, valoriza a feminilidade com peças com a cintura marcada, volumes amplos, ombros a mostra e golas diversas. O estilista Valdemar Iódice traz a diversidade de estampas e modelagens, aliadas à malhas a base de viscose, jérsei rayon, algodão e lurex.
Já a Osklen traz para o público feminino silhuetas mais “relaxadas” sem perder a sofisticação. Os looks chegam marcados pelas listras. A sobreposição de peças também será destaque na próxima estação. Para as mulheres, a Osklen, que está no piso L2 do Shopping Crystal Plaza, propõe micro vestidos e peças desestruturadas para o inverno 2008.
A VR Menswear invade o guarda-roupa masculino com uma releitura moderna e sofisticada da cultura inglesa. A alfaiataria mais estruturada em blazers de veludo, pólos de manga longa ou curta em viscolã leve completam o inverno da grife masculina. A loja está localizada nos Shoppings Crystal Plaza e Barigüi.
Para os pés, descontraída, despretensiosa e cheia de estilo a nova coleção de inverno 2008 da New Order, localizada no ParkShopping Barigüi, vem com um mix de produtos perfeito para mulheres contemporâneas e que não abrem mão de conforto e versatilidade. As sapatilhas voltam nesta estação com laços e babados. As botas, no estilo montaria, chega marcada com detalhes em tressé.
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No programa "Conversa com o Governador" desta terça-feira (22), Jaques Wagner comenta os resultados de suas viagens internacionais. Entre os assuntos destacados por ele, a instalação da maior processadora de algodão da América Latina e de uma mineradora no estado. O governador também fala de acordos comerciais com a China, os Estados Unidos, o Japão e outros países.
O programa pode ser ouvido ou baixado em MP3 no site da Assessoria Geral de Comunicação Social do Governo do Estado da Bahia (Agecom): http://www.comunicacao.ba.gov.br/conversa ou pelo telefone 0800-71-7328.
O governador explica que a participação em fórum econômicos internacionais ajuda a dar visibilidade à Bahia no mercado externo. "Cada viagem que eu faço tem objetivo claro: mostrar a Bahia para o mundo, trazer novos investimentos estrangeiros, gerando, evidentemente, mais emprego para nossa gente", frisa Wagner.
Entre os resultados mais expressivos, os investimentos dos japoneses em parceria com uma cooperativa americana para a construção da maior processadora de algodão da América Latina, em São Desidério, Oeste da Bahia. Da China, veio o acordo para implantação de dez novas usinas de produção álcool combustível e um investimento de RS 1,7 bilhão em minério de ferro no Recôncavo. "A Bahia vai estar em janeiro do próximo ano no Fórum Econômico de Davos com um painel exclusivo", comemora o governador, ao falar da inédita participação de um estado brasileiro no mais importante evento empresarial do mundo, que acontece na Suíça, conquista da recente visita ao México.
Segundo Wagner, os hotéis que estão sendo construídos no Litoral Norte do Estado são resultado de sua viagem à Espanha no ano passado. "Para atrair novos investidores, é importante o olho no olho - a conversa direta com o governador...", diz, descrevendo a participação de governo e empresários em missões internacionais para captação de novos negócios.
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Os preços internos do algodão em pluma voltaram a se sustentar em março. No acumulado do mês, o Indicador CEPEA/ESALQ - 8 dias para pagamento - teve alta de 3,35%.
A média de março foi de R$ 1,4311/lp, 3,18% maior que a de fevereiro (R$ 1,3870/lp).
O aumento no acumulado do mês reflete basicamente as altas da primeira semana de março. Naquele período, além da resistência de produtores, comerciantes e indústrias, inclusive as de grande porte, estiveram mais ativos.
No decorrer das outras semanas, a "queda-de-braço" entre compradores e vendedores foi ficando mais acirrada. Indústrias tomaram postura de recuo, fazendo com que comerciantes fossem mais flexíveis nas vendas para indústrias.
Comerciantes buscaram, no início do mês, novas compras da pluma para cumprimento de contratos antecipados para entrega no correr de março - em muitos casos, os contratos foram baseados no Indicador Cepea do dia do faturamento. A partir da segunda quinzena, além de entregarem os contratos, esses comerciantes dispunham de estoque de pluma para venda de novos contratos para pronta-entrega.
Já indústrias têxteis tiveram presença pontual nas compras da pluma, apenas para suprir alguma falta na entrega de contratos antecipados. A maioria se encontrava suficientemente abastecida, seja por estoque ou pelo recebimento dos contratos. Além disso, a expressiva queda da paridade de importação em março reforçou a postura retraída desses compradores.
Ao mesmo tempo, houve a presença de algumas têxteis de grande porte, as quais adquiriram os maiores volumes. Também estiveram ativas consumidoras dos tipos finos - 31-4 -, que chegaram a pagar preços superiores, desde que os lotes estivessem dentro dos critérios de qualidade exigidos (fibra, micronaire e resistência).
O setor têxtil também tem enfrentado dificuldades nas vendas dos manufaturados - fios, tecidos e artigos prontos. O fraco desempenho das vendas, devido à concorrência com produtos importados, levou à redução dos preços domésticos, o que reforçou a postura retraída de compradores frente aos preços da pluma. No geral, indústrias têxteis esperam que a situação melhore quando as vendas para produção de inverno se intensificarem.
Segundo dados da Secex, em fevereiro/08 as importações de fios de algodão chegaram a 4.721 toneladas, quantidade recorde desde janeiro/96. Esse volume é 58% superior ao de janeiro/08 (2.990 toneladas) e 92% maior que o de fevereiro/07 (2.461 toneladas). As exportações totalizaram 618 toneladas, volume 54% maior em relação a janeiro/08 (400 toneladas), mas 15% inferior à quantidade de fevereiro/07 (726 toneladas).
Do lado da oferta da pluma, mesmo com as vendas internas sendo mais favoráveis que as externas, produtores seguiram firmes. Além disso, os lotes para pronta-entrega estavam restritos - alguns cotonicultores já liquidaram todo o excedente da safra 2006/07. A maioria dispõe de lotes classificados como "bica corrida" - qualidade diversificada da pluma em um mesmo lote.
A paridade de exportação, calculada pelo Cepea (FOB Paranaguá) com base no Cot A, acumulou queda de 2,68% em março. A média foi de R$ 1,1406/lp, 6,12% maior que a de fevereiro/08 (R$ 1,0748/lp).
Além disso, produtores, especialmente os de Mato Grosso, priorizam a colheita da soja e a entrega de contratos negociados antecipadamente. Assim, capitalizam-se pela comercialização de outra cultura.
Segundo registros da Bolsa Brasileira de Mercadoria (BBM), até o final de março, 1,35 milhão de toneladas da pluma da safra 2006/07 haviam sido negociadas, correspondendo a 89% da produção total estimada pela Conab (1,52 milhão de toneladas). Desse total, 726 mil toneladas são para o mercado interno e 626 mil toneladas, para o externo.
O conturbado cenário internacional influenciou também o mercado interno de algodão. As cotações internacionais oscilaram fortemente, o que reforçou a postura de cautela dos agentes de mercado. No mês, o índice Cot A teve queda de 5,93%. A média mensal foi de US$ 0,8154/lp, 7,19% maior que a de fevereiro/08 (US$ 0,7607/p). O contrato Maio/08 da ICE Futures U.S. caiu 15,29%. A média mensal foi de US$ 0,7793/lp, ligeiro 0,07% maior que a de fevereiro/08 (US$ 0,7311/lp).
Em termos mundiais, o ICAC (International Cotton Advisory Committee - sigla em inglês) estimou a produção da safra 2007/08 em 25,99 milhões de toneladas, 2,8% inferior à apurada para safra 2006/07 (26,74 milhões de toneladas). O consumo seria de 27,14 milhões de toneladas, 1,84% superior ao da safra 2006/07, que conseqüentemente diminuiria em 8,66% os estoques finas para 11,6 milhões de toneladas (de 12,7 na safra 2006/07). As exportações para a safra 2007/08 são projetadas em 8,8 milhões de toneladas. As informações são do Cepea.
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O algodão brasileiro, reconhecido como um dos melhores do mundo em qualidade, atrai hoje (03-04) e amanhã todas as atenções na 29ª Conferência Internacional do Algodão, promovida pelo Faserinstitut Bremen e Bremer Baumwollbörse, na cidade de Bremen, na Alemanha. Duas palestras sobre o exemplo de sucesso brasileiro em boas práticas agrícolas e em beneficiamento do algodão estão previstas na programação para esta tarde. Amanhã (04-04), acontecerá a “Noite Brasileira”, que terá por objetivo promover a cadeia produtiva do algodão junto aos compradores mundiais. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) está sendo representada por uma comitiva de cotonicultores dos estados produtores do Brasil, que permanece até o fim da conferência, na sexta-feira.
As palestras brasileiras começam logo mais, às 14h, com o consultor da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Andrew Macdonald, falando sobre “Boas práticas agrícolas para o crescimento do algodão no Brasil”. Na seqüência, será a vez do conselheiro consultivo da Abrapa, João Luís Ribas Pessa, assumir a tribuna, com o tema “Beneficiamento de algodão buscando qualidade: o exemplo brasileiro”.
O Brasil é hoje o quinto maior produtor individual de algodão e terceiro maior exportador mundial, com uma área plantada em torno de 1,13 milhões de hectares. Na última safra (2006/07), obteve um dos melhores desempenhos da sua história, atingindo 1,52 milhões de toneladas. Desse total, aproximadamente, 415 mil toneladas foram exportadas, e a expectativa para este ano é de que este número chegue a 520 mil toneladas.
“A crescente demanda pelo algodão brasileiro no mercado mundial, além da necessidade de suprir mercados em expansão como China e Índia, se deve em grande parte à imagem positiva alcançada pela fibra brasileira. Além da qualidade incontestável do produto, o cotonicultor brasileiro adquiriu credibilidade, pois já mostrou que é capaz de cumprir rigorosamente os seus contratos no mercado futuro”, afirma o presidente da Abrapa, João Carlos Jacobsen. Ele acrescenta ainda que as oportunidades de reunir em um só lugar todos os elos da cadeia mundial do agronegócio algodão, como é o caso da Conferência de Bremen, contribuem para fortalecer e tornar mais visível a imagem do algodão do Brasil.
Fonte: Agrolink
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